Escolas de samba lutam para não desaparecer no Nordeste
Alexandre Costa | 16 de fevereiro de 2010Com a ajuda de “vaquinhas”, bingos e festas escolas de samba conseguem colocar os blocos na rua
Fonte: Folha Online
São Paulo pode ser o túmulo do samba, como dizia Vinicius de Moraes, mas difícil é esquentar o pandeiro nos Carnavais da Bahia e de Pernambuco, berços do axé e do frevo. O ritmo resiste a duras penas nas capitais desses Estados.
Em Recife, agremiações com baterias, alas e porta-bandeiras até desfilam em concursos. Dependem, porém, do dinheiro de “vaquinhas”, bingos e festas para colocar o bloco na rua. Leia mais »


































